22 de Fevereiro de 2018
Opinião
Luís Jales de Oliveira
Crónica-Poema

Aqui,
Onde o Rio canta
E o Monte se agiganta,
Eu sou,
Com sentido de pertencer;
 
Se afogarem o Rio e destruírem o Monte – que saudade,
Decapitam-me a identidade,
Deixo de SER!

 

 

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Comentários (1)
Anónimo disse

Longe, lá bem perto da Lua, A solidão aperta, vejo a verdade nua...e crua! Sinto a dor que por dentro me desconcerta; Lembro o relevo daquela terra minha, esta que jamais será esquecida, entre o Tâmega e o monte Farinha, Mondim é e será sempre o sítio da minha vida! D.L


15 de Junho de 2010 00:43








Anónimo:



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