24 de Fevereiro de 2018
Terras de Basto | 26-11-2014
Por: Redacção
Qualidade da água nas Terras de Basto abaixo da média nacional
Gráfico dos encargos anuais
Os dados expressos no relatório ‘Qualidade da água para consumo humano em Portugal - 2013’, apresentado pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), indicam que a qualidade da água nos quatro concelhos das Terras de Basto é inferior à média nacional.

Segundo o relatório apresentado, 98,2% da água que sai das torneiras dos portugueses é “controlada e de boa qualidade” e que estão praticamente eliminados os problemas de saúde pública associados à água.

Relativamente aos concelhos que pertencem à região de Basto, Ribeira de Pena é o que apresenta o menor  valor de qualidade da água, tendo também um dos mais baixos índices do país, com apenas 94,46% de água segura. Dos 278 concelhos no continente, apenas sete revelaram ter um nível de segurança da água inferior a 95%.

Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto apresentam valores iguais, os dois concelhos têm 96,85% de água segura, enquanto Mondim de Basto assegura aos seus munícipes 96% de água com qualidade nas suas torneiras.

O presidente da ERSAR, Jaime Melo Baptista explica que “os casos menos satisfatórios correspondem em geral a pequenos aglomerados do interior do País, resultando de alguma ineficiência da desinfeção, o que afeta os parâmetros microbiológicos, verificando-se também o incumprimento de parâmetros como pH, ferro, manganês, alumínio e arsénio, devido às características hidrogeológicas das origens de água".
De referir que a qualidade da água em Ribeira de Pena baixou relativamente ao ano 2012 atingindo os níveis de 2007. Mondim também apresentou uma leve quebra. Por sua vez, Cabeceiras e Celorico tiveram um pequeno aumento, de cerca de meio ponto percentual, na qualidade da água servida aos seus cidadãos.

Cabeceiras e Celorico com a água mais cara

Analisando os encargos anuais para os consumidores domésticos (famílias) com os serviços públicos de abastecimento de água, de saneamentos de águas residuais urbanas e de gestão de resíduos urbanos verifica-se que o custo final para o consumidor difere bastante nos quatro concelhos da região[ver gráfico].

Por exemplo, um habitante de Cabeceiras paga, em média, mais de 200 euros do que um habitante de Mondim ou de Ribeira de Pena.

Analisando apenas o custo do abastecimento de água, um habitante de Celorico com um consumo de 60m3 anuais paga cerca de 76 euros, enquanto um habitante de Mondim apenas despende 15 euros anuais. Para um ribeirapenense o abastecimento de água ficará por 33 euros menos de metade  do que para um cabeceirense (71 euros).

Ribeira de Pena e Mondim de Basto são dos concelhos do país onde os serviços públicos de água saem mais baratos às famílias. Na região norte só Terras de Bouro (Braga) e Penedono (Viseu) apresentam valores mais baixos do que os dois concelhos situados nas Terras de Basto. Por outro lado, os encargos relacionados com os consumos de água em Cabeceiras de Basto e em Celorico de Basto estão acima da média nacional.

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Comentários (2)
Anónimo disse

o xina e que se poe a mijar para as aguas e depois da nisto


05 de Fevereiro de 2015 15:48




Anónimo disse

quero saber porque o vareador Luis anda com o nosso carro dia e noite


29 de Novembro de 2014 10:47








Anónimo:



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Este vídeo foi apresentado no oitavo aniversário da adbasto (Associação de Desenvolvimento Técnico-Profissional das Terras de Basto), e conta, visual e oralmente, a história desta associação.
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